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    Entrevista de Aleksandr Dugin ao L.A. Times | 19.09.2008 

    Entrevista de Aleksandr Dugin ao L.A. Times

    Moscovo escritor, activista politico e figura paterna do actual nacionalismo russo, Aleksandr Dugin o fundador do Movimento Internacional Eurasitico da Rssia e um terico popular entre a elite de topo da Rssia. O mesmo vislumbra um bloco estratgico que inclua as regies da antiga Unio Sovitica e do Mdio Oriente de modo a rivalizar a aliana Atlntica dominada pelos EUA. O The Times entrevistou Dugin esta semana no seu escritrio de Moscovo, uma sala decorada com bandeiras com o slogan "Pax Russica". Seguem-se excertos da entrevista.
    Qual a sua opinio acerca da actual posio da Rssia no mundo, e como deveria a Rssia agir no que diz respeito ao Ocidente? Antes de mais, advogo fortemente uma construo multipolar do mundo. Creio que a pretenso dos Estados Unidos em serem o nico plo do mundo est completamente errada, imoral e inaceitvel por parte dos outros grandes centros de poder.
    Apoiamos a criao de um espao amplo, de alguns espaos amplos, em vez de um s foco de deciso, da deciso dos Estados Unidos. Acreditamos que a Rssia devia estar na vanguarda deste processo.
    Consideramos que no s a minha pessoa, mas tambm outros lderes polticos consideramos que na Gergia [o presidente Mikheil] Saakashvili cometeu no s um crime moral, mas tambm saboreou o que se encontra por trs das palavras russas, por trs dos protestos russos contra a dominao estadunidense. Quiseram testar at que ponto nos limitava-mos s palavras, e se a Rssia poderia agir directamente, com actos concretos.
    Muitos no Ocidente acreditam que Moscovo provocou deliberadamente um confronto entre as repblicas separatistas da Gergia. Quem considera ser o responsvel pela erupo do conflito armado?
    Era demasiado arriscado ser ns a despolet-lo. E penso, tambm, pelo que conheo do [primeiro-ministro Vladimir V.] Putin e do [presidente Dmitry] Medvedev, eles gostariam de evitar a qualquer custo uma confrontao directa com os Estados Unidos.
    A inteno deles era a de conseguirem ganhar o tempo necessrio para preparar a Rssia para atacar ou conseguir aguentar um possvel ataque pela parte dos Estados Unidos, e precisaram de 10 anos. A reaco de Putin de Putin e de Medvedev foi a que foi apenas porque esta provocao por parte dos georgianos como sendo ofensiva, impossvel e inaceitvel. O que ocorreu foi uma reaco, no partiu de qualquer estratgia ofensiva planeada [Putin e Medvedev] no estavam preparados para iniciarem, por vontade prpria, uma situao to difcil quanto esta nem uma guerra difcil que no aparenta ter fim. Ns, analistas polticos, compreendemos que poderamos desencadear tal guerra, mas que no a conseguiramos terminar.

    Muitos no Ocidente acreditam que Moscovo provocou deliberadamente um confronto entre as repblicas separatistas da Gergia. Quem considera ser o responsvel pela erupo do conflito armado?
    Era demasiado arriscado ser ns a despolet-lo. E penso, tambm, pelo que conheo do [primeiro-ministro Vladimir V.] Putin e do [presidente Dmitry] Medvedev, eles gostariam de evitar a qualquer custo uma confrontao directa com os Estados Unidos.
    A inteno deles era a de conseguirem ganhar o tempo necessrio para preparar a Rssia para atacar ou conseguir aguentar um possvel ataque pela parte dos Estados Unidos, e precisaram de 10 anos. A reaco de Putin de Putin e de Medvedev foi a que foi apenas porque esta provocao por parte dos georgianos como sendo ofensiva, impossvel e inaceitvel. O que ocorreu foi uma reaco, no partiu de qualquer estratgia ofensiva planeada [Putin e Medvedev] no estavam preparados para iniciarem, por vontade prpria, uma situao to difcil quanto esta nem uma guerra difcil que no aparenta ter fim. Ns, analistas polticos, compreendemos que poderamos desencadear tal guerra, mas que no a conseguiramos terminar.
    Est longe de ter terminado. Trata-se apenas do incio de uma verdadeira, e talvez at muito sria e muito perigosa para ambos os lados, confrontao entre ns e os estadunidenses.
    Qual foi o propsito estratgico no reconhecimento da independncia da Abecssia e da Osstia do Sul? A Rssia, at agora, encontra-se completamente solitria neste reconhecimento.
    Primeiro, com este passo a Rssia confirmou o seu desejo de estar disposta a ir at ao fim no que diz respeito a este conflito Foi uma espcie de demonstrao do nosso desejo, srio e profundo, de continuao.
    Segundo, precisvamos, e agora j a temos, de uma explicao jurdica para o propsito da presena das nossas foras armadas no territrio georgiano. Agora isso est mais ou menos claro
    Acerca do reconhecimento, creio que a Rssia ir manter-se neste confronto, se a Rssia mantiver esta demonstrao de uma deciso e de um poder firmes os restantes pases iro, pouco a pouco, passo a passo, juntar-se atitude perante a Osstia do Sul e a Abecssia.
    No uma norma que doravante reconheamos todas as regies separatistas. Claro que no. Iremos reconhecer aquelas regies separatistas que se encontrarem geopoliticamente do nosso lado do nosso lado ou dos nossos amigos e opostas aos Estados Unidos.
    Os Estados Unidos demonstraram-nos a sua dupla moral. Reconheceram a independncia de um Kosovo pr-americano mas no reconhecem a independncia das pr-russas Osstia do Sul e Abecssia. No reconhecem a integridade da Srvia, mas reconhecem a integridade da Gergia.
    Como vislumbra a Rssia o desenvolvimento das relaes amistosas entre os Estados Unidos e antigas repblicas soviticas, tais como a Ucrnia e a Gergia?
    Como sendo uma declarao de guerra. Como uma guerra aberta de propores psicolgicas, geopolticas e econmicas.
    Putin era pr-Ocidente ao incio. Era pr-americano. Era essa a razo do nosso criticismo para com a sua conduta. Por exemplo, depois do 11 de Setembro fomos contra o apoio que deu aos Estados Unidos e os seus passos de aproximao.
    Mas, pouco a pouco, deparou-se com a completa negligncia que isso significaria para os interesses russos. Com estes neoconservadores, com o Richard Perle ou o Dick Cheney, estvamos sempre a ser solcitos. "Assinamos aqui, j est."
    Passo a passo, com a economia e o comrcio dos recursos energticos finalmente encontramos a fora e a vontade de reagir a esta guerra. Porque esta guerra no foi desejada por ns. Foi um desafio. Foi-nos imposta pelos Estados Unidos.
    Consideramos que em todo este espao ps sovitico com excepo dos Estados das blticos nos encontramos a lidar com a civilizao Eursica. No com a europeia, no com a ocidental. E tentar fazer com que estes espaos caiam fora do nosso controlo ou fora do nosso dilogo ou ainda fora das relaes especiais que com eles mantemos, de raiz histrica foi uma espcie de ataque, uma declarao de guerra. No se trata, como os estadunidenses gostam de o colocar, de uma competio Foi entendido no como uma competio mas como um acto de agresso, tal como os de Napoleo e de Hitler, e nada mais.
    Quando a Rssia se deparou com um movimento separatista na Chechnia, reagiu com um ataque militar em grande escala bem como com um bombardeamento que transformou [a capital chechena] Grozny em cascalho. Mesmo assim Moscovo foi rpido em criticar Tbilisi [a capital da Gergia] por lanar uma operao militar contra a sua repblica separatista. No h aqui dois pesos, duas medidas?
    Sim. Sim Reagimos a uma situao de padro duplo com outro padro duplo. Concordo.
    Se vai ser uma reaco de padro duplo por cada aco de padro duplo, onde que vai acabar este crculo?
    Os Estados Unidos comportam-se como se fossem o nico plo que pode definir o que bom e o que mau Nunca acabar at que algum diga, "alto" Portanto temos que demonstr-lo, parem ou iro arrepender-se. possvel que tambm ns nos arrependamos, mas vocs vo arrepender-se. Parem.
    Foi proibido e visitar a Ucrnia. Acha que Ucrnia se vai juntar OTAN e, em caso afirmativo, qual ser a reaco da Rssia?
    Creio que a maior parte da populao ucraniana no quer fazer parte da OTAN. A maior parte da populao, ainda mais depois do caso da Gergia, deseja manter boas relaes com a Rssia. Uma entrada na OTAN significaria a completa abolio de qualquer gnero de relao e uma dura, e real, confrontao.
    Metade da populao ucraniana considera-se russa politicamente, geopoliticamente, culturalmente, etnicamente e por a fora.
    No teramos conseguido manter a Ucrnia sem que ocorresse uma diviso ou um compromisso entre ambas as partes.
    O presidente [Viktor] Yushchenko deliberou expulsar-me da Ucrnia e proibir-me de entrar no seu Estado. Est no seu direito. um Estado soberano Mas ao faz-lo creio que menosprezou o seu respeito pelos diferentes tipos de populaes da Ucrnia. que, sabe, as minhas ideias so muito populares na Ucrnia de Leste e na Crimeia e existem muitos, muitos milhares de pessoas que apoiam o movimento eursico ali.
    Se a Ucrnia entrar na OTAN, qual julga que ser a reaco da Rssia?
    Creio que a reaco russa seria o apoio a uma insurreio nas regies do Leste e na Crimeia e no excluiria a entrada das nossas foras armadas nessas regies, como no cenrio da Osstia.
    Mas a diferena que metade da populao da Ucrnia russa, directamente russa, e esta metade da populao sente-se oprimida pelos valores, pela linguagem e pelas questes geopolticas ucranianas, completamente contrrias sua vontade. Por isso no creio que, neste caso em particular, seria necessria uma interveno directa das foras armadas russas. Penso que na vspera da entrada na OTAN ocorram motins pblicos e uma diviso da Ucrnia em duas partes.
    O que pense que aconteceria se a Ucrnia forasse a frota russa do Mar Negro para fora de Sevastopol [porto ucraniano]?
    Creio que desencadearia um conflito armado, dado que nos sentimos vontade agora, mais ou menos.
    Estamos prontos para continuar na Gergia. Mas ao mesmo tempo, no acabamos na Gergia. Est longe de ter acabado, a situao ali. Precisamos da cabea de Saakashvili. Consideramo-lo um agressor e um autor de crimes de guerra.
    Moralmente, penso que o nosso exrcito e os nossos lderes polticos esto completamente preparados para jogar duro, de sermos rgidos com o lder ucraniano uma vez que o consideramos como cmplice de Saakashvili.
    Tem falado do Iro como sendo uma alternativa ao poder estadunidense. Ainda vislumbra Teero mesma luz?
    Creio que o Iro devia e podia ser um aliado da Rssia Trabalhando com o Iro, comercializando armas e os recursos em potencial, baseando o transporte de recursos naturais tanto da Eursia como do Iro, combinando os nossos esforos estratgicos, militares, econmicos e energticos podamos criar uma fora de verdadeira influncia em todo o Mdio Oriente
    Temos interesses em comum com os iranianos uma vez que considero que travar a unipolaridade estadunidense como sendo o mais importante, o mais absoluto Estes partidos, os pr-Ocidente presentes no governo russo, insistiram que o Iro, sendo fundamentalista, podia em determinada altura agredir-nos. Mas isso era uma espcie de propaganda contra os iranianos criada pelas foras pr-americanas e pr-Ocidente existentes em Moscovo.
    A sua opinio acerca de Vladimir Putin tem sido flutuante.
    Apreciei bastante os seus actos concretos para o reforar da ordem poltica na Rssia, os seus passos para afastar os oligarcas, para diminuir a influncia dos ocidentais e para salvaguardar a unidade territorial russa na situao da Chechnia.
    Mas notei tambm que se encontrada cercado de pr-ocidentais, de polticos, conselheiros e especialistas pr-liberais foi essa a principal razo do meu criticismo para com ele.
    Mas penso que agora, aps 8 de Agosto [interveno militar russa na Gergia] Putin e Medvedev ultrapassaram o ponto de retorno. Demonstraram que a vontade de deciso para transformar as palavras em actos so, de facto, irreversveis. Portanto o meu apoio para com Putin e Medvedev agora absoluto.
    Fui enganado por certos crculos. Mas, ao mesmo tempo, penso tambm que o Ocidente foi enganado pelos mesmos crculos.
    E pelo Medvedev, tambm! Uma vez que julguei que Medvedev era a vingana dos liberais, e protestei. Creio que Washington e Bruxelas tambm julgaram o mesmo e fomos todos enganados. Medvedev provou ser um patriota russo e um estadista genuno. Admiro tamanho engano mesmo tendo sido eu prprio o enganado.
    Moscovo est a exagerar? Muitos analistas questionam se a Rssia tem o poderio militar bem como a estabilidade econmica necessrias para arriscar o isolamento.
    A Rssia no ficar isolada nem da Europa nem da sia. Dos Estados Unidos, talvez, mas isso no nos importa.
    In Los Angeles Times, 04 de Setembro de 2008

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